Crea-MG e Sedese firmam convênio para reforçar vistorias no programa Moradas Gerais

O Conselho Regional de Engenharia e Agronomia de Minas Gerais (Crea-MG) e a Secretaria de Estado de Desenvolvimento Social (Sedese) assinaram nesta quarta-feira (1º) um convênio para atuação conjunta no programa Moradas Gerais, que visa melhorar habitações em situação precária. O acordo amplia as vistorias técnicas e diagnósticos das moradias, garantindo intervenções seguras e adaptadas às necessidades das famílias.

Lançado pelo Governo de Minas, o programa conta com R$ 38 milhões em investimentos e meta de atender cerca de mil moradias em todo o estado. As ações incluem avaliações estruturais, substituição de telhados, recuperação de pisos, revestimentos e adequações em instalações elétricas e sanitárias. Com o apoio do Crea-MG, o Moradas Gerais ganha rede ampliada de profissionais habilitados, elevando o rigor técnico e reduzindo riscos.

Marcos Torres Gervásio, presidente do Crea-MG e engenheiro civil e de segurança do trabalho, destacou o impacto social. “Levar assistência técnica qualificada às moradias é garantir mais segurança, dignidade e qualidade de vida para as famílias. Com esse convênio, o Crea-MG contribui para que as intervenções sejam realizadas com responsabilidade técnica, reduzindo riscos e ampliando os resultados do programa”, afirmou.

Ricardo Alves, secretário de Estado de Desenvolvimento Social, reforçou o benefício às famílias vulneráveis. “Essa parceria com o Crea-MG fortalece o Moradas Gerais e amplia o atendimento às famílias que mais precisam. Ver a melhoria chegando às casas, com mais conforto e segurança, é o que nos motiva a seguir ampliando esse trabalho”, disse.

Áreas de atuação e público-alvo

O programa já opera em Belo Horizonte (bairros Novo Lajedo e Novo Aarão Reis, na região Norte), além de Matozinhos, Ribeirão das Neves e São Gonçalo do Pará. Prioriza famílias em vulnerabilidade social, inscritas no Cadastro Único (CadÚnico), com ênfase em lares chefiados por mulheres, idosos, pessoas com deficiência, crianças e adolescentes.

Fonte: A Notícia